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Desenvolvedores brasileiros comentam suas criações indies.

Nem só de títulos mainstream vive a Brasil Game Show. A feira de jogos, que acontecem em São Paulo dos dias 9 a 12 de outubro, também dá espaço para os desenvolvedores independentes.

Essa galera que, com pouca grana, consegue criar games bem profissionais está bem orgulhosa de levar seu trabalho para um evento tão grande como a BGS. As empresas Duaik Entretenimento, Fira Soft e Garage 227 Studios mostram seus games.

"Aritana e a Pena da Harpia", da Duaik Entretenimento

Pérsis Duaik conta a história do seu game: "Um jogo totalmente baseado na nossa cultura [brasileira] e ele traz um índio em uma floresta tropical que precisa salvar o cacique da aldeia e pegar a pena de uma harpia. A harpia muita gente confunde, não é aquela mulher com asas no braço, é uma águia da floresta Amazônica", explica.

A empresa busca um jogo focado no entretenimento e para isso, Duaik explica que "a gente consegue trazer assuntos que são do nosso cotidiano, por exemplo, uma pinguaria é uma lenda da floresta amazônica e é muito conhecido no Norte. E a gente consegue, aos poucos, trazer coisas da nossa cultura em um jogo, mas sem ser educativo. Vai ter simplesmente o índio no mundo mágico, regido pelas leis dele e sem ter conhecimento do homem branco", fala o empresário.

"Kriophobia", da Fira Soft

Gabriela Araújo, game designer da Fira Soft, apresentou o Kriophobia. A desenvolvedora contou sobre sua criação: "É um survivor horror sobre uma cientista que foi em uma excursão na Rússia e foi pesquisar numa base. A personagem acabou se envolvendo em um acidente e descobre essa base russa, da época da União Soviética, e ela vê os experimentos que acontecem por lá".

A designer conta de onde vem a inspiração para os gráficos e trama do game: "É um jogo mais nostálgico, explorando o survivor horror do anos 90, bem "Silent Hill", "Resident Evil 1" e 2. A fase inteira é um puzzle e você tem que descobrir através de história e através de exploração", explica.

Shiny, da Garage 227 Studio

Rafael Lima, da Garage 227, fala sobre o game apresentado na BGS: O Shiny é um jogo plataforma, 2.5D. A ideia básica do jogo é um gerenciamento de energia". O desenvolvedor comenta sobre os objetivos in game: "A vida de seu personagem é a energia que ele usa para tudo. Para andar, pular, ativar plataformas e tudo mais. O desafio do jogo, em boa parte, é exatamente concluir os levels, chegar do outro lado sobrevivendo, não gastando a energia no meio do caminho", conta.

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