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O Purebreak já viu o filme "Todo Dia" e te conta o que achou
O Purebreak já viu o filme "Todo Dia" e te conta o que achou
O longa de Michael Sucsy estreia nesta quinta-feira (12).

Ser adolescente é muito complicado. Principalmente quando falamos sobre o lado amoroso dessa época da vida. A adaptação do livro de David Levithan, "Todo Dia", mostra como a vida de Rhiannon (Angourie Rice) muda após conhecer uma entidade chamada A, que acorda todos os dias no corpo de uma pessoa nova.

Além de não poder controlar o que acontece, ele vive a vida de uma outra pessoa - e não sabe a aparência dela até se olhar no espelho. De maneira curiosa, ele sempre acorda no corpo de alguém que tem a mesma idade e em algum local próximo. Nunca longe demais - E isso gera alguns momentos importantes ao longo do filme.

Aparentemente, A não conhece pessoas iguais a ele no planeta - o que dá a entender que ele é o único. Ele não compartilha esse seu "dom" e também não deixa rastros nas vidas das pessoas onde passa. Depois de conhecer Rhiannon, ele se apaixona e começa a tentar ficar próximo da protagonista, mesmo em outros corpos e, depois de entender a dinâmica da entidade, o filme começa a passar uma mensagem muito importante sobre o amor: que ele vai além da aparência, da identidade e do gênero. Uma maneira delicada de mostrar a realidade dos indivíduos transexuais e seus dilemas.

A bela surpresa desse filme é a atuação de Owen Teague, que, quando está na pele de A, entrega uma química intensa entre ele e a personagem principal. Já esperamos que eles trabalhem juntos novamente logo!

O filme parece sempre provocar uma reflexão sobre todos os dilemas da vida adolescente e a relação com o núcleo familiar, porém, acaba demonstrando de maneira muito superficial os caminhos que a protagonista toma. O filme não foge muito da história original, mas não possui grandes surpresas ou variações durante os quase 100 minutos de duração.

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