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Aplicativo "SaiPraLá" ajuda as meninas a denunciar assédio sexual
Aplicativo "SaiPraLá" ajuda as meninas a denunciar assédio sexual
Os smartphones serão companheiros na hora de reportar esses incômodos.

A proprosta do aplicativo "SaiPraLá", lançado na última terça-feira (03), é de criar um espaço para que as mulheres coloquem a boca no trombone quando forem vítimas de assédio sexual nas ruas. Você registra o tipo de abordagem usada e o local. Assim as outras manas podem ficar atentas quando forem passar por onde isso acontece com frequência. O app pode ser baixado gratuitamente para iOS ou Android .

A ideia de desenvolver o "SaiPraLá" foi da estudante Catharina Doria, de 17 anos. Como tema "A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira" foi o escolhido para redação do ENEM 2015, o debate em torno do assunto ficou bem estimulado entre a galera. Por isso, uma solução tecnológica que ajuda na segurança das meninas não poderia ter chegado em melhor momento! Tudo ficou muito alinhado, o que aumentou a força do app logo no lançamento.

Depois de ser chamada de "gostosa" nas ruas de São Paulo e sentir a raiva misturada com medo que surge nessas situações, Catharina decidiu agir. Ela escolheu abrir mão de sua viagem de formatura para investir a grana na criação do "SaiPraLá". A utilização é bem simples: as moças marcam em um mapa, de forma anônima, o local exato em que o assédio aconteceu. Em seguida, é necessário indicar uma categoria que pode ser: "sonoro" para assovios e gritos; "verbal" para cantadas e xingamentos; "físico" para apalpadas e passadas de mão; ou "outros" quando não se enxcaixa em nenhum desses. O objetivo é, além de prevenir ocorrências, também "pressionar os órgãos responsáveis pela nossa segurança para que tomem atitudes", conforme explica a descrição do app.

Interface do "SaiPraLá" é bem simples de usar
Interface do "SaiPraLá" é bem simples de usar
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