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Campanha para jovens meninas do Governo brasileira para a campanha contra HPV
Campanha para jovens meninas do Governo brasileira para a campanha contra HPV
Apesar de alguns pais condenarem ação do Governo, meninas de 11 a 13 anos são esperadas nos postos de saúde.

Entre muitas polêmicas, começa nesta segunda-feira (10) a nova campanha do Governo brasileiro contra o HPV (papilomavírus humano) direcionada ao público feminimo. Depois do Carnaval e o vídeo contra a AIDS estrelado por Valesca, nesta etapa de vacinação contra a DST (doença sexualmente transmissível), meninas de 11 a 13 anos têm o direito de receber o medicamento nos postos de saúde e escolas públicas e privadas. A presidente Dilma Roussef e o ministro da Saúde, Arthur Chioro, foram os responsáveis por dar início ao processo de vacinação no primeiro dia de atendimento no Centro de Ensino Unificado Professora Elisabeth Gaspar Tunala, em São Paulo.

A meta do Governo é vacinar 80% do público-alvo, formado por 5,2 milhões de meninas. A vacina distribuída na rede pública - já satirizada em game sobre o SUS (Sistema Único de Saúde)- previne contra quatro subtipos do HPV (6, 11, 16 e 18). Os subtipos 16 e 18 são responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer de colo do útero em todo o mundo.

Polêmicas envolvendo vacina

Apesar da presidente Dilma reafirmar os benefícios da vacinação contra o HPV, principalmente nesta faixa etária, muitos especialistas debatem sobre a eficácia do medicamento. Enquanto uns debatem sobre o período de abrangência da proteção da vacina (que vai de 7 a 8 anos), outros reafirmam sobre a segurança da mesma, que indiretamente pode ser associada à outras doenças.

Mas a maior polêmica de todas está na possibilidade das jovens se vacinarem sem a autorização dos pais.

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