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O estudo no exterior é o sonho de muitos jovens brasileiros. E para tornar isso realidade, o Purebreak foi procurar pessoas que já fizeram e experts no assunto. Confira!

De repente dá aquela vontade de viajar, conhecer novos lugares e de quebra estudar uma nova língua. Saiba que fazer um intercâmbio pode ser muito mais fácil do que se imagina. Além de afiar o inglês, o espanhol, o francês ou outro idioma, esse tipo de curso pode ajudar, e muito, a dominar uma língua extrangeira para se dar bem nas provas do Enem ou do Vestibular.

Confira as dicas que o Purebreak foi buscar com especialistas e pessoas que adoram um intercâmbio.

Onde estudar?

Os destinos mais buscados pelos brasileiros são Estados Unidos, Inglaterra e Canadá, de acordo com a gerente de marketing do STB, Suzana Martins. Quem está na faixa dos 12 aos 17 anos procura bastante curso de idiomas e ensino médio no exterior. Quem tem de 18 a 25 anos também busca por cursos de idiomas, mas alguns querem fazer uma graduação lá fora. De acordo com Luiza Vianna, gerente educacional da C.I. (Central de Intercâmbio), os destinos de língua inglesa correspondem a 90% da procura dos estudantes. Além de cursos nos EUA, Malta também tem sido um local procurado para estudar inglês.

Lugares inusitados

Muita gente quando pensa em fazer intercâmbio opta por destinos bem conhecidos, Estados Unidos, Canadá, Austrália, Espanha, Portugal e Inglaterra. Mas existem pessoas que optam por lugares menos procurados como Malta e Irlanda, de língua inglesa, e França. E existem os estudantes que querem um roteiro fora do "normal" e buscam experiências e países mais remotos, como China, Japão, Tailândia, Índia, Marrocos, Egito e Africa do Sul.

O que estudar?

Existem diferentes propostas e tipos de intercâmbio que podem ser escolhidos. A jornalista Bruna Passos Amaral, 27 anos, é uma expert nesse tipo de estudo fora do país. Ela já acumula sete experiências e está vivenciando a oitava: Mestrado na Deutsche Welle, na Alemanha. A jornalista possui o blog Partiu Intercâmbio, no qual fala sobre seu dia a dia lá fora, e também dá dicas sobre como conseguir estudar no exterior, além de relatos de outros viajantes.

Ela explica que "antes de começar a procurar é preciso levar em considerarão alguns fatores como: 'Qual o objetivo do intercâmbio?' e 'Qual o nível do meu conhecimento do idioma?'". Pode-se escolher diversas modalidades como cursos de idiomas de curta duração, bem como high school (ensino médio), faculdade e pós-graduação e mestrado.

Onde se hospedar?

De acordo com Luiza Vianna, da C.I., para alguns estudantes a "casa de família é uma opção por conta do custo benefício e é mais barato que morar em uma residência estudantil". A gerente educacional explica que é preciso "alinhar expectativa do jovem" para esse tipo de convivência e não gerar frustações. Além disso, ficar hospedado com uma família possibilita a conhecer mais de perto a cultura local, sem esquecer que ambos os lados têm que estar dispostos a interagir.

Aqueles que estão querem ou podem a pagar um pouco mais e buscam mais independência, podem optar pela residência estudantil. Como em algumas casas de família existem regras mais rígidas a serem cumpridas, muitos jovens escolhem a acomodação de estudantes para ter mais liberdade.

Já Gabriela Barbosa, que estudou em Lisboa por seis meses, dá uma dica diferente: "espere chegar no seu destino para decidir onde você vai morar. Fique num hostel por enquanto e vá visitando os lugares. Eu me dei mal porque resolvi daqui do Brasil, então, já tinha pago quando vi que o apartamento era horrível".

High School ou College?

Suzana Martins, da STB, explica que "o ensino médio no exterior é uma ótima oportunidade para quem tem 14 a 17 anos e que deseja participar de um programa que oferece uma experiência única e enriquecedora". Quem está buscando estudar em uma faculdade, a gerente de marketing lembra que "os programas de graduação também oferecem uma experiência enriquecedora para o estudante, mas já pensando em sua carreira, networking, abordagem de termos técnicos do curso estudado". Já o público de 18 a 26 anos busca em sua maioria cursos de línguas no exterior, "para complementar sua formação", explica Luiza Vianna.

Além disso, as agências de intercâmbio ajudam os estudantes do início ao fim do processo. Como um serviço de consultoria, muitos jovens chegam com a vontade de cursarem algo no exterior mas não sabem ao certo. Para isso, consultores analisam desde a necessidade de cada cliente, como acompanham todos os trâmites burocráticos e dão assistência até a volta ao Brasil.

E a burocracia?

Muita gente fica com medo pelas questões burocráticas, mas se você está pagando uma agência, eles te orientam sobre todos os processos. Caso esteja fazendo tudo por conta própria vale anotar as dicas de Bruna Passos Amaral que explica: "se você quer viajar, é indispensável dar entrada no passaporte o quanto antes". O visto é algo também que deve ser tirado com antencedência e ainda de acordo com o período que se pretende ficar no país". Isso sem contar que "a exigência varia de acordo com o país e com o período da viagem. Consulte o site da embaixada ou do consulado do destino", ensina a jornalista.

Já a estudante Gabriela Barbosa lembra de "colocar sempre os documentos em dia, não deixar para última hora. Por isso, se vocês precisam ficar por mais tempo em um país, fiquem atentos aos prazos e datas dos documentos. Eles fiscalizam mesmo por lá, principalmente se você pretende viajar [por outros lugares]".

(Escrito por Livia Jácome)

Serviço:

C.I. (Central de Intercâmbio) - www.ci.com.br

STB (Student Travel Bureau) - www.stb.com.br

 

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