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Darren Criss não quer mais fazer personagens gays!
Darren Criss não quer mais fazer personagens gays!
Se você acompanha a carreira de Darren Criss, sabe que o ator teve dois grandes personagens na TV: o Blaine, de "Glee", e mais recentemente o serial killer Andrew Cunanan, na série "O Assassinato de Gianni Versace". Ambos personagens são gays, mas Darren revelou que não quer mais fazer esse tipo de papel.

Se você era fã de "Glee", é bem provável que também gostasse de Blaine, personagem interpretado por Darren Criss que, apesar de ter entrado apenas na segunda temporada, ganhou bastante destaque ao longo de toda a série. O personagem fez tanto sucesso, que muita gente passou a acreditar que Darren era gay na vida real. Depois disso, o ator foi escalado para trabalhar em "American Crime Story: The Assassination of Gianni Versace" e interpretou muito bem o serial killer Andrew Cunanan, também homossexual. O cara mandou tão bem que ganhou o Emmy de Melhor Ator em Minissérie de 2018.

Bom, se o Darren tem mandado tão bem nesse tipo de personagem, por que vai desistir de interpretá-los? Em entrevista para o site Bustle, o ator explicou que não quer roubar o lugar de ninguém. "Há certos papéis que são maravilhosos. Mas eu quero ter certeza de que não serei outro cara hétero ocupando o lugar que poderia ser de um homem gay", declarou. "Foi uma verdadeira alegria atuar nesses projetos. Interpretar esses personagens é inerentemente uma maravilhosa experiência dramática. São papéis feitos para pessoas muito, muito atraentes e interessantes", completou.

Essa não é a primeira vez que Darren fala sobre o assunto. Em entrevista para a Vulture, o americano já havia deixado essa ideia clara. "Tem sido uma parte muito importante da minha vida, mesmo antes de Glee. Eu venho de São Francisco fazendo teatro, cara. Eu fui criado por homens gays. Não literalmente em casa, mas você sabe, como um jovem garoto fazendo teatro, meus amigos eram esses homens e mulheres na faixa dos 20 anos, me levando para casa e me recebendo para jantar. Essas eram as figuras adultas na minha vida. Então eu acho que habitar uma voz gay é importante para mim porque é uma voz que eu acho inspiradora", comentou.

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