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@purebreakbrasil

Eles bem que tentaram, mas não conseguiram conquistar o coração, cada vez mais exigente, da comunidade gamer. De estreias a jogos de franquias clássicas, nessa lista nada deu certo e olha que todos estavam super cotados.

De estreias a jogos de franquias clássicas, nessa lista nada deu certo e olha que todos estavam super cotados. Eles bem que tentaram, mas não conseguiram conquistar o coração da comunidade gamer. Entre as recepções estão o novo "Resident Evil" e até "Beyond Two Souls", drama interativo com Ellen Page e Willem Dafoe.

"Knack"

No fundo todos nós queríamos acreditar que havia espaço na indústria para um novo mascote de jogos do gênero plataforma. Ainda mais para quem cresceu com Super Mario, Crash e Spyro. "Knack" parecia promissor. Ou pelo menos a Sony queria fazer a gente acreditar que ele era promissor. No fim ninguém com mais de 12 anos realmente considerou o jogo motivo para pagar R$ 4000 em um PS4.

"Batman Arkham Origins"

Poucas coisas doeram tanto quanto admitir que "Arkham Origins" foi uma decepção. A franquia é incrível e realmente foi parte importante dessa geração. "Origins" não é um jogo ruim. Não é MESMO. Só que ele é mais do mesmo. Se começarmos a ter um novo jogo de Batman todo ano vamos acabar ficando enjoados. Ah, mas se houver outro jogo de Batman ano que vem, vamos esperar que ele não tenha multiplayer. Ele não precisa.

"Ryse: Son of Rome"

Tá, o jogo é bonito. O problema é que não adianta ser bonito. Se o jogo não tem nada além disso, é fácil perder o interesse na beleza. O jogo foi apresentado na E3 2013 e deixou todos maravilhados com o aspecto das batalhas, homens gritando e execuções brutais. O caso é que na hora do vamo ver, "Ryse: Sons of Rome" não é nada demais. Não chega nem perto de uma real batalha romana.

"Resident Evil 6"

Um dos maiores problemas com "Resident Evil 6" é que o jogo realmente não é mais "Resident Evil". O aspecto de terror do jogo simplesmente deu lugar a sequências de ação, explosões e muito mais tiroteio do que os outros jogos da franquia. Poderia ser só nosso sentimento nostálgico, mas RE 6 é ruim e não vale o investimento. Assim como seus zumbis, a franquia parece ter morrido mesmo.

"Dead Space 3"

Outro jogo que arruinou sua franquia foi "Dead Space 3". Também pecou por ter ação demais e horror de menos. O jogo não é ruim. Na verdade recebeu boas críticas, mas quem estava esperando um genuíno "Dead Space" teve que se contentar com terror em segundo plano. O jogo ainda vendeu meio mal e acabou deixando o futuro da série no limbo. Tomara que não desistam. "Dead Space 4" pode ser um ótimo jogo se eles conseguirem corrigir o que deu errado.

"Lost Planet 3"

Pouca gente sabe que "Lost Planet 3" foi lançado. Isso porque nenhum marketing decente foi feito e o jogo anterior já não era tão bom quanto o original. A série tinha potencial com monstros grandes e robôs para pilotar, mas agora, com o perdão do trocadilho está perdida. Se quiser dar uma chance, o jogo ainda tem robôs, tem neve e um cara de barba. Mas fica por aí.

"Sonic: Lost World"

Outro perdido nos lançamentos de 2013, "Sonic: Lost World" pode ser responsável por um número grande de pessoas simplesmente desistirem do ouriço azul. Já foram muitas as tentativas de manter o mascote relevante e divertido na era moderna, mas parece que o tempo dele já passou. Pense nesse jogo como um clone mal feito de "Super Mario Galaxy" com péssimas notas da crítica. Quem sabe no ano que vem...

"God of War Ascension"

O jogo é uma prequela, ou seja: em vez de dar sequencia ao jogo anterior, traz um enredo que acontece antes dos demais. Prequelas tendem a ser ruins porque parecem feitas para encher linguiça enquanto um jogo "de verdade" está sendo feito. É o caso de "God of War Ascension" que simplesmente passa longe do sucesso de "God of War III". É como se eles quisessem contar uma história que não precisava ser contada.

"Gears of War Judgment"

Outra prequela sem razão de ser. O jogo é inútil. A história da série principal já havia sido encerrada (horrivelmente diga-se de passagem) e não havia mais nada para ser dito. A prova disso é que a história de "Judgement" é pobre. Temos todas aquelas coisas tradicionais de "Gears" como mutilações de serra-elétrica, mas faltou algo revolucionário para continuar levando a série para frente.

"Beyond: Two Souls"

É sempre bom ver alguém tentar trazer algo de novo para a indústria gamer. A Quantic Dream já mostrou seu talento em criar coisas realmente especiais como o drama interativo "Heavy Rain", mas por mais que Beyond tenha um conceito incrível e uma história mais incrível ainda, acabou sendo meio desapontante. Gráficos impecáveis e história digna de filme acabaram ofuscando o fator "videogame". Muito mais coisas acontecem sem a necessidade do jogador fazer algo. Ficamos assistindo ao invés de tomar parte na ação. Assim não dá.

"Remember Me"

Na verdade, quem jogou já esqueceu de "Remember Me". O sistema de combate é paupérrimo e uma frustrada tentativa de imitar a série "Batman Arkham". É uma pena porque o jogo tem até algo interessante relacionado a sci-fi. Mas o que era mesmo?

"Aliens Colonial Marines"

O pior dos piores. "Aliens: Colonial Marines" não foi nada que achávamos que seria. O que ganhamos foi um jogo ruim com péssima Inteligencia Artificial, bugs, alienígenas fazendo coisas estranhas, gameplay desbalanceado, multiplayer ridículo, enfim. Era pra ser uma obra de arte, mas é a maior decepção do ano.

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