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Candidatos à Presidência da República em 2014 abordaram temas polêmicos no debate da Record do último domingo (28)
Candidatos à Presidência da República em 2014 abordaram temas polêmicos no debate da Record do último domingo (28)
Homofobia, legalização das drogas e segurança pública foram foco de discussão entre os candidatos à Presidência em 2014.

No último domingo (28), os candidatos à Presidência da República nas "Eleições 2014" se enfrentaram novamente, desta vez em um debate promovido pela Rede Record. Em cerca de duas horas, sete presidenciáveis expuseram suas propostas a cerca do futuro do Brasil e discutiram temas espinhosos, como união homoafetiva e aborto.

Os convidados ao debate foram Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PSB), Aécio Neves (PSDB), Pastor Everaldo (PSC), Luciana Genro (PSOL), Eduardo Jorge (PV) e Levy Fidelix (PRTB). Nas propostas discutidas, cada um defendia os ideais de seus partidos, o que diversas vezes gerou atrito entre os políticos.

Dilma Rouseff e Aécio Neves, junto a Marina Silva, trocaram acusações no debate da Record entre os candidatos à Presidência da República em 2014
Dilma Rouseff e Aécio Neves, junto a Marina Silva, trocaram acusações no debate da Record entre os candidatos à Presidência da República em 2014

A atual presidente do país, Dilma Rousseff, foi diversas vezes contestada a respeito de sua posição quanto a segurança pública. A candidata do PT, então, defendeu uma união entre as polícias para acabar com o crime organizado. Os programas de governo que se tornaram famosos com o PT, como o "Minha Casa, Minha Vida" e o "Bolsa Família" também foram foco de discussão. Seus adversários afirmaram que, caso eleitos, manteriam os programas que tiraram milhões de brasileiros de uma situação de vida drástica.

Como nos últimos três debates realizados, Marina Silva se apegou ao termo "nova política" para ilustrar o que seria seu futuro governo. Sua alternativa à polarização entre PT e PSDB não passou despercebida pelos adversários, que contestaram sua ligação com banqueiros e as mudanças no seu plano de governo.

O terceiro melhor colocado nas pesquisas de intenção de voto, Aécio Neves, deixou clara sua intenção de reduzir a maioridade penal. Ao perguntar a Dilma sua posição quanto ao tema, a presidente expressou sua opinião: "melhor solução é punir a quadrilha que usa menor para diminuir a pena".

Levy Fidelix e Luciana Genro divergem opiniões quanto a união homoafetiva, no debate da Record entre os candidatos à Presidência da República em 2014
Levy Fidelix e Luciana Genro divergem opiniões quanto a união homoafetiva, no debate da Record entre os candidatos à Presidência da República em 2014

Mas a maior polêmica envolveu Luciana Genro e Levy Fidelix. A candidata do PSOL foi direto ao ponto e pediu que o candidato do PRTB expusesse sua opinião sobre a união de casais do mesmo sexo. Levy tinha 1 minuto e meio para se posicionar quanto ao tema, tempo suficiente para que sua resposta bombasse nas redes sociais.

O candidato, que já foi derrotado em 10 eleições para presidente, afirmou que "aparelho excretor não reproduz" e citou a necessidade do povo brasileiro de "enfrentar essa minoria". Ele continuou o discurso questionando que duas pessoas do mesmo sexo não podem reproduzir, o que seria uma ameaça ao tamanho da população "caso a homossexualidade fosse estimulada". Ainda em seu tempo de resposta, Levy chegou a ligar a homossexualidade à pedofilia.

Após o debate, a hashtag #LevyVocêÉNojento figurava nos Trending Topics do Twitter. A candidata Luciana Genro, grande defensora das minorias, se pronunciou sobre o assunto em sua página no Facebook. "Absurdas as afirmações homofóbicas de Levy Fidelix. Mais do que nunca é necessária a criminalização da homofobia. O discurso de ódio não deve ter voz", disse.

O último debate com os candidatos a presidente acontece na próxima quinta-feira (2), pela Globo. No próximo domingo, 5 de outubro, os brasileiros vão às urnas escolher o futuro Presidente da República e demais cargos políticos.

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