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Em "Transcendence - A Revolução", Johnny Depp vive um cientista que transfere a mente para um computador
Em "Transcendence - A Revolução", Johnny Depp vive um cientista que transfere a mente para um computador
Ficção científica estrelada por Johnny Depp chega aos cinemas nesta quinta-feira (19).

"Você quer brincar de Deus?", essa é a pergunta feita ao personagem de Johnny Depp logo no início de "Transcendence – A Revolução", que estreia nesta quinta-feira (19). O Purebreak já viu o filme, mas pode ficar tranquilo que não vamos estragar a surpresa. Somente vamos deixar claro que a resposta é a chave para um questionamento que tem tudo a ver com o momento que estamos vivendo: quais são os limites da tecnologia?

A ideia é recorrente na ficção científica: a interface homem/máquina. Mais precisamente a transferência da mente humana para o ambiente virtual. Afinal, será possível um dia experimentarmos a imortalidade preservando nossas consciências no que hoje chamamos de nuvem?

A trama

O filme conta a história de como o Dr. Will Caster (Johnny Depp), o maior especialista do mundo nos estudos de inteligência artificial, é "uploadeado" para um supercomputador, após sofrer um atentado cometido por um grupo anti-tecnologia, liderado pela ativista vivida por Kate Mara. Para dar conta da operação, ele conta com a ajuda da esposa, Evelyn (Rebecca Hall) e do amigo Max Waters (Paul Bettany), um cientista de visão mais humanista. Bom, é das consequências dessa transposição, claro, que se trata o filme.

"Transcendence - A Revolução" mostra efeitos da tecnologia na vida cotidiana
"Transcendence - A Revolução" mostra efeitos da tecnologia na vida cotidiana

Nesse ponto, "Transcendence" levanta algumas questões interessantes de se pensar: quais as consequências de se armazenar uma mente no universo online e deixá-la com acesso livre a todos os computadores (dados pessoais, bancários, etc) do mundo? O que fazer com esse poder? Por outro lado, poderia ser esse o caminho para desenvolver a tecnologia e usá-la para ajudar a humanidade (no campo da medicina, por exemplo)?

São discussões interessantes que o filme propõe, mas não responde. Cabe ao espectador formar sua opinião. O que a produção faz é apresentar as ideias. E apresentar de forma bonita. O estreante na direção Wally Pfister certamente usou toda a sua experiência como fotógrafo de Christopher Nolan para dar o visual futurista que a história merece.

Mogan Freeman e Cillian Murphy estrelam "Transcendence - A Revolução"
Mogan Freeman e Cillian Murphy estrelam "Transcendence - A Revolução"
No campo das atuações um aviso: Johnny Depp passa a maior parte do tempo imóvel. Mas mesmo assim é o Johnny Depp. A voz marcante do ator dá o tom certo (sereno e ao mesmo tempo psicótico) que o personagem merece. Rebecca Hall e Paul Bettany são bons atores que conseguem trazer o lado mais "humano" das figuras do filme. E, para completar, Morgan Freeman faz participação, luxuosa como sempre.
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