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Trailer de "Transformers: A Era da Extinção", com Mark Wahlberg
Quarto filme da franquia de robôs gigantes chega nesta quinta-feira (17) aos cinemas brasileiros.

Enquanto tiver alguma cidade para ser destruída provavelmente lá estará Michael Bay para cumprir sua missão de exterminador. Foi assim na trilogia inicial de "Transformers" e é novamente assim com "A Era da Extinção", quarto filme da franquia de robôs gigantes que chega nesta quinta-feira (17) aos cinemas brasileiros. O Purebreak já conferiu a mega produção e, depois de sair tonto da sala escura com tanta explosão, afirma: digam o que quiser, o diretor sabe divertir as plateias.

Na nova história, o imaturo (e chatinho) garotão vivido por Shia LaBeouf desapareceu sem deixar pistas – o personagem sequer é lembrado. O que não é esquecida, porém, é a batalha campal que arrasou Chicago no fim do terceiro filme ("O Lado Oculto da Lua", 2011). A destruição foi a desculpa ideal para fazer o governo dos Estados Unidos perseguir e desativar os Autobots sobreviventes.

Mark Wahlberg estrela "Transformers: A Era da Extinção", que chega nesta quinta-feira (17) aos cinemas brasileiros
Mark Wahlberg estrela "Transformers: A Era da Extinção", que chega nesta quinta-feira (17) aos cinemas brasileiros

Um dos poucos robôs que continua vivo é o líder Optimus Prime, encontrado disfarçado de sucata enferrujada no interior do país por um "inventor" interpretado por Mark Wahlberg. A descoberta inicia uma perseguição promovida pela CIA e uma nova ordem de robôs alienígenas caçadores de recompensa. Ameaçado, só resta a Cade Yeager (Wahlberg), sua filha adolescente (Nicola Peltz, que faz parte da cota "Megan Fox" de gostosona que só usa shortinho) e o namorado dela (Jack Reynor) se juntarem aos "gigantes de metal bonzinhos" em uma batalha pela sobrevivência.

Pouca história, muita explosão

Pronto, isso é tudo que você precisa saber sobre a trama. Afinal, é um filme onde o realismo e a lógica passam longe. Aqui, o que vale é o espetáculo visual. Então, quanto mais destruição, melhor. Os diálogos surgem apenas como desculpa para um videoclipe de ação frenética, que no intervalo de uma piscada pode fazer o espectador perder algumas boas explosões. Assim, dos Estados Unidos à China, o requinte de crueldade para dizimar prédios é cada vez maior. Em especial com a entrada dos Dinobots (robôs em forma de dinossauros).

Explosões e efeitos visuais são a grande atração de "Transformers: A Era da Extinção"
Explosões e efeitos visuais são a grande atração de "Transformers: A Era da Extinção"

O grande problema, porém, é que Michael Bay parece não saber a hora de parar. Os 165 minutos de filme incomodam e deixam o espectador zonzo com tanta coisa voando na direção da tela. Portanto, se você não quer colocar seu olho em guerra com seu cérebro é fundamental tentar não pensar muito durante a exibição. O melhor a se fazer é deixar o bom senso na porta do cinema.

No fim, "Transformers: A Era da Extinção" pode ser encarado como uma diversão, que vai usar toda a pirotecnia de efeitos visuais disponível para entreter. E, pode ter certeza, a saga dos robôs gigantes tem motivos de sobra pra continuar. Com estreia batendo recordes nos Estados Unidos, o público já mostrou não estar nada cansado da história.

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