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Estava ansioso para saber se o longa é realmente tão ruim quanto diziam as primeiras impressões? Então se liga porque o Purebreak já conferiu a produção e te conta tudo o que esperar da história que nos apresenta o jornalista Eddie Brock (Tom Hardy) se tornando essa mistura de humano com simbionte.

Se você estava com saudade das produções do Universo Marvel é melhor relaxar e esperar "Capitã Marvel", porque "Venom" deixou a galera do PRBK bem decepcionada. A falta de criatividade e de ritmo deixa tudo bem bagunçado e o sentimento de que falta alguma coisa dura até o final do filme. Nem Tom Hardy e Michelle Williams conseguiram salvar a produção com suas atuações. As perguntas surgem a cada cena, mas as respostas não são mostradas nem nas imagens pós-crédito.

Se você assistiu os filmes do "Homem-Aranha", viu que o personagem não é nem de longe um mocinho ou algo próximo disso. Porém em "Venom" nós chegamos a criar uma empatia, seguida de pena e depois uma aceitação de que o simbionte do longa foi criado apenas para agradar um público preguiçoso e que não espera ser surpreendido.

A origem de um anti-herói

A trama mostra como Eddie Brock (Tom Hady), um jornalista, viu sua vida virar de cabeça para baixo quando ele e sua noiva, Anne (Michelle Williams), perdem seus empregos por causa de um furo de reportagem sobre o CEO da Fundação Vida, Carlton Drake (Riz Ahmed).

Após alguns meses desempregado e sozinho, Eddie recebe uma nova pista sobre a empresa, mas desta vez ele tem a ajuda de alguém de dentro e consegue acesso ao laboratório em que fazem experiências com simbiontes capturados no espaço. Quando ele vê uma das cobaias, acontece um acidente e o jornalista acaba se tornando o hospedeiro do alien.

Simbionte engraçadinho

Se você achava que "Venom" seria um ser movido por instintos, errou. Apesar de sabermos que ele se une ao corpo e mente do hospedeiro, sua personalidade é moldada apenas para fazer o público rir, o que não é esperado para quem já viu o bicho em outras produções. As cenas de ação chegam a dar sono de tão previsíveis. O diretor Ruben Fleischer peca nesse sentido e as lutas em CGI não causam nenhum tipo de ansiedade. O único fator que deixa o público preso até o final do filme são as respostas de perguntas que surgiram ao decorrer do longa.

Apesar de Tom Hardy ficar ótimo no personagem da Marvel, algo já esperado, o restante do filme mostra que os demais atores foram desperdiçados com papéis sem energia. Se dividirmos em três partes, a primeira é completamente monótona, a segunda traz um tsunami de informações e a terceira deixa aquela sensação de "tá, mas e agora?", mostrando que tempo para responder as questões apresentadas não faltou, ele simplesmente só não foi usado pra isso.

Vale lembrar que "Venom" tem duas cenas pós-crédito e sim, vale a pena ficar para assistir, principalmente a segunda. Afinal, alguma coisa tinha que valer, né? O filme estreia nos cinemas brasileiros na próxima quinta-feira (4).

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