Segue a gente no Insta

@purebreakbrasil

Youtuber Sev7n, da equipe PaiN Gaming de "League Of Legends" em entrevista exclusiva para o Purebreak
Youtuber Sev7n, da equipe PaiN Gaming de "League Of Legends" em entrevista exclusiva para o Purebreak
Papo sério: confira a entrevista com o integrante mais descolado da Pain Gaming.

Em uma conversa com o youtuber Sev7n, durante o evento Vila Anime, que rolou dia 5 de julho no Rio de Janeiro, o Purebreak bateu um papo sobre a partipação das meninas e o comportamento de jogadores tóxicos em "League Of Legends". O vlogger ainda comentou sobre a ideia de ter um chat de voz no jogo, para minimizar atitudes tóxicas nas partidas. Chega mais pra conferir o que ele pensa sobre esses assuntos.

O rapaz é conhecido por seus vídeos fazendo zueira com "LOL", por alguns streamings de partidas e mais recentemente, por integrar a equipe competitiva da PaiN Gaming. Apesar de fazer conteúdo leve, perguntamos ao Sev7n sobre os dois temas bem sérios dentro da comunidade de "League of Legends" e falamos sobre um recurso disponível no MOBA concorrente, "Dota 2", apontado por muitos jogadores como uma solução contra player tóxicos.

O youtuber concorda que conversas por voz podem ajudar, inibindo um pouco certas reações negativas, como xingamentos: "As vezes o moleque tem vozinha de criança, de um garotinho que não tem nem pelinho na bundinha ainda", comentou. "Na escrita você pode se fazer de picão. Agora, na voz, a discussão é muito mais próxima".

Apresentação de Sev7n e outros Youtubers no evento Vila Anime, no Rio de Janeiro
Apresentação de Sev7n e outros Youtubers no evento Vila Anime, no Rio de Janeiro

Esse lance de voz nos leva a uma outra questão: as meninas que jogam "League Of Legends". Com o recurso de voz habilitado, naturalmente, fica claro quando houver uma jogadora na partida. Isso poderia dar mais espaço para posturas preconceituosoas sobre o sexo feminino não jogar bem, já desde o começo da partida.

Na opinião do Sev7n, as meninas precisam ter força e paciência nessas horas, afinal o público feminino de "LOL" está na média de 5% e as minorias tendem a ser hostilizadas. "Tudo que é raro em uma tribo social é tratado como diferente, como gente estranha", disse. "Tem mulher que joga bem pra caramba, tem pro-player como aquela Revy, que é da KabuM Black. Não é esse negócio de toda mulher jogar mal. É culpa da minoria, então zoam. Ela vai ter que aguentar ou usa a escrita, ainda tem essa opção", finaliza.

(Escrito por Clarissa Brunholo)

Principais
notícias
sobre
o mesmo tema