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De 24 a 30 de setembro, cerca de 200 líderes políticos estarão reunidos em Nova York, na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), para discutir todos os problemas do mundo em uma Assembleia Geral. Se você está um pouco perdido e ainda não entendeu como esse encontro funciona, pode deixar que o Purebreak te explica.

Começou na última terça-feira (24), em Nova York, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) e líderes políticos de 193 países estão reunidos para discutir os principais problemas do mundo. E se você está mais ou menos ligado nas notícias, viu que o presidente do Brasil, Jair Bolsonado, abriu o evento, que vai até dia 30 de setembro, com um discurso bastante problemático. Além de revolta, a fala do ex-militar também gerou alguns memes. Mas, se você está muito perdido e ainda não entendeu o que é essa Assembleia, o Purebreak te explica.

Na edição deste ano, liderada por Tijjani Muhammad-Bande, cientista político nigeriano, foi decidido que as prioridades do encontro serão discutir pobreza, educação, inclusão e o clima. O meio ambiente já é um assunto recorrente nas reuniões da ONU, mas depois das queimadas que aconteceram - e ainda estão rolando - na Amazônia, esse assunto se tornou ainda mais urgente.

Como funciona a Assembleia Geral da ONU?

Como já foi dito anteriormente, o objetivo do encontro desses líderes políticos é discutir os problemas que afetam a vida de todos os habitantes do planeta. Além disso, na Assembleia Geral todos os países têm direito a voto e os representantes são vistos de forma igual. Ou seja, ninguém tem mais poder que outro. De acordo com site oficial da organização, as principais funções do encontro são:

- Discutir e fazer recomendações sobre todos os assuntos em pauta na ONU;
- Discutir questões ligadas a conflitos militares – com exceção daqueles na pauta do Conselho de Segurança;
- Discutir formas e meios para melhorar as condições de vida das crianças, dos jovens e das mulheres;
- Discutir assuntos ligados ao desenvolvimento sustentável, meio ambiente e direitos humanos;
- Decidir as contribuições dos Estados-Membros e como estas contribuições devem ser gastas;
- Eleger os novos Secretários-Gerais da Organização.

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