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Se você está ligado nos lançamentos da Netflix, com certeza já ouviu falar em "Reality Z", produção brasileira sobre um apocalipse zumbi. Apesar do gênero não ser novidade lá fora, é praticamente algo inédtido aqui no nosso país. Em entrevista ao Purebreak, Cládio Torres, contou como a sua experiência foi fundamental para o trabalho que teve em "Reality Z".

O desavisado que estiver passeando pelo catálogo da Netflix e der de cara com "Reality Z", pode achar que trata-se de mais uma produção americana sobre apocalipse zumbi. De fato, estamos falando de uma trama sobre apocalipse zumbi. Mas, dessa vez, a história é brasileira. Criado pelo diretor Cláudio Torres, sócio da Conspiração Filmes, conhecido por seus trabalhos em "Redentor" (2004), "Mulher Invisível" (2009) e "Homem do Futuro" (2011), o cineasta não se deixou levar pelo "medo" de não conseguir produzir uma série à altura dos seriados gringos. Em entrevista ao Purebreak, Torres disse acreditar que foi escolhido para fazer "Reality Z" por conta da sua experiência com o que é fantástico.

"O 'Redentor' foi feito em 2002, 2003... E era um filme que tinha efeito especial, em 2003. Por causa da história da Conspiração, que sempre acreditou muito na pós-produção, a gente tem dentro da própria produtora uma divisão de efeito especial. Então, eu sabia que a gente podia lidar com os efeitos especiais. São internos, da casa. O nosso DNA. E agora, que a gente tá bem voltado pra ficção, a gente está usando uma escola, uma tradição de efeitos que temos desde e o começo da Conspiração. Eu sabia que podia usar isso como instrumento pra contar a nossa história e talvez dar um escopo mais largo para o universo que o 'Dead Set' mostrava. O original é bem confinado naquela situação. A gente conseguiu abrir, exibir o Rio de Janeiro maior e mostrar os efeitos do que seria um apocalipse zumbi numa cidade tão linda e sofrida como a nossa", contou.

Mas, para Cláudio, talvez tenha sito o seu trabalho em "Homem do Futuro" que despertou o interesse da Netflix. "Quando eu fiz o 'Homem do Futuro' e a gente viajou no tempo, aquilo foi incrível. Eu acho que fui chamado pela Netflix por ser o diretor que acredita no gênero fantástico. Eu sabia que a gente tinha capacidade de produzir um show de nível internacional, de igual pra igual, com o que existe de tecnologia e modernidade. Isso fez com que a gente fosse com muita segurança. Eu já tinha viajado no tempo, feito o Pedro Cardoso levitar. Tinha experiência", declarou. E aí, já fez a sua maratona de "Reality Z"?

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