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O lançamento de "Doce 22", de Luísa Sonza, no último domingo (18), deu o que falar na mídia. Além de abrir seu coração, a cantora apostou em uma estratégia ainda pouco usada no pop nacional: álbuns com lado A e B. Mas Luísa está longe de ser a única a fazer isso. Confira essa lista com 6 artistas, de Taylor Swift a Drake, que fizeram o mesmo.

A gente amou "Doce 22", da Luísa Sonza. O álbum, que é dividido em lado A e B, tem músicas bem animadas, mas também possui faixas mais calmas e sensíveis, que estão fazendo sucesso. Essa estratégia de divisão do disco é algo bem comum e muitos artistas, inclusive clássicos como The Beatles, já apostaram nela.

Isso acontece por alguns motivos. O mais comum é quando cantores e compositores querem lançar faixas que foram descartadas da versão original do álbum - seja por motivos econômicos ou estratégia de marketing mesmo. Mas algumas pessoas preferem dividir o disco para ajudar na narrativa contada pelas canções, como é o caso de Luísa.

Vale lembrar que nem sempre os artistas confirmam essa estratégia de A e B, mas os fãs conseguem pescar pela estrutura do álbum. Confira 6 álbuns que também foram divididos por algum desses motivos.

"reputation", de Taylor Swift

Taylor Swift: tracklist de "reputation" sugere divisão
Taylor Swift: tracklist de "reputation" sugere divisão

Esse é um exemplo que nunca foi confirmado pela artista, mas muita gente aposta que tem uma divisão em "reputation". A primeira faixa do álbum é "...Ready For It?" e a sétima é "So It Goes...". Seria, portanto, uma divisão com reticências e, a partir da faixa 7, as músicas são, em sua maioria, mais românticas. E como nada com Taylor Swift é por acaso, faz sentido, né?

"Scorpion", de Drake

"Scorpion" é um álbum de sucesso do rapper Drake, lançado em 2018. O disco tem divisão oficial entre lado A e B. A primeira parte tem 12 músicas, incluindo o hit "God's Plan", e a segunda conta com 13 faixas. O "Scorpion A" é feito por trabalhos mais focados no rap, enquanto o "B" se inspira em ritmos mais suaves, como o R&B.

"Future Nostalgia", de Dua Lipa

"Future Nostalgia" foi um dos ápices de Dua Lipa, com hits como "Don't Start Now", e garantiu até um Grammy importante para a cantora. Depois de muito mistério, ela anunciou o lançamento do lado B, o "Moonlight Edition". A nova versão contém outras faixas adicionais, como "We're Good", e feats, como "Prisoner", feito com Miley Cyrus. Sempre bom conferir algumas inéditas de um álbum tão amado.

"Dancing With The Devil: The Art of Starting Over", de Demi Lovato

O álbum de Demi Lovato tem essa divisão por motivos de narrativa. As três primeiras faixas fazem parte do "Dancing With The Devil" e mostram e cantore na recaída das drogas e momentos após sua overdose. Depois de uma pequena introdução, narrada por Demi, vamos à "The Art of Staring Over", contando sobre sua superação.

"O Velho e o Bom Novo", de Kell Smith

Alguns meses depois de lançar "O Velho e o Bom Novo", Kell Smith divulgou o lado B do álbum, com seis faixas inéditas. Essa espécie de continuação mostra uma versão mais romântica e leve da cantora, que aborda temas pesados - como saúde mental e luto - no lado A.

"Dedicated", de Carly Rae Jepsen

O quarto álbum de Carly Rae Jepsen, "Dedicated", foi lançado em 2019. No ano seguinte, a cantora disponibilizou de surpresa o "Dedicated Side B", com 12 músicas inéditas. A intenção foi justamente divulgar todas as músicas que não puderam entrar no lançamento original, seja porque ficaria um álbum longo ou por não combinarem com a estética.

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