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@purebreakbrasil

Ser criativo nunca foi um defeito e, atualmente, vai te impulsionar ainda mais a arranjar um emprego! Pelo menos, é o que foi citado no Fórum Econômico de Davos: as atividades de artes nas escolas, por exemplo, é fundamental para ajudar na conquista de um trabalho. Vem entender mais do que está por trás desse estudo!

Não adianta, conforme a maioridade vai chegando, nós vamos ficando mais e mais na expectativa para encontrar um emprego. E é claro que não queremos apenas a parte do dinheiro, mas fazer algo que gostamos é extremamente importante! E a criatividade é algo bem cobrado neste processo. Não, não estamos falando de uma forma geral: um estudo comprova que a habilidade de criação é a terceira mais importante na hora de buscar um emprego. Ou seja, o ensino de Artes nas escolas é muito importante, ainda mais agora! OMG!

De acordo com o Fórum Econômico de Davos, que foi realizado em 2018, a criatividade passou da 10ª exigência em 2015, para a terceira no último ano, perdendo apenas para a capacidade de resolver problemas complexos e pensamento crítico. Além disso, segundo a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), o ensino de Artes nas escolas é extremamente importante para "a interação crítica dos alunos com a complexidade do mundo, além de favorecer o respeito às diferenças e o diálogo intercultural, pluriétnico e plurilíngue, importantes para o exercício da cidadania".

Claudio Anjos, diretor-executivo da Fundação Iochpe e do Instituto Arte na Escola, fala sua opinião sobre o assunto: "Temos como premissa que a Arte, enquanto objeto do saber, desenvolve nos alunos habilidades perceptivas, capacidade reflexiva e incentiva a formação de uma consciência crítica, não se limitando à autoexpressão e à criatividade", conta.

Mas no que a criatividade ajuda no mercado de trabalho?

Segundo o estudo, a Arte é um meio de se ter novos conhecimentos, como pensamento complexo e criativo - fortemente exigido pelas empresas, claro. Afinal, a criação de novos produtos, uso de tecnologias, emprego de inteligência artificial e os novos comportamentos exigem algo além do conhecimento técnico. "Precisamos acompanhar essas novas exigências do mercado de trabalho e a criatividade, como revelou a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), faz parte da educação de um país que almeja ascender econômica e socialmente, para que possa fomentar habilidades e valores que impulsionam a inovação na economia e na sociedade. Com o Programa Formare, temos a certeza de trilhar o caminho certo, atualizando permanentemente nossos currículos e preparando jovens para esse panorama", comenta Anjos.

A lista completa de exigências do mercado de trabalho ultimamente consiste em: resolução de problemas complexos, pensamento crítico, criatividade, gestão de pessoas, capacidade de coordenação e colaboração em equipe, inteligência emocional, capacidade de julgamento e tomada de decisões, orientação ao serviço, negociação e flexibilidade cognitiva.

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