Rahabe Barros Redatora
Libriana, boa de papo e apaixonada por reality show. Louca por gatos, não vivo sem café e com planos de dar uma volta ao mundo são outras curiosidades ao meu respeito. Após 10 anos, sigo encantada pelo jornalismo e por essa evolução diária da comunicação
Disney teria apoiado um projeto de lei anti-LGBTQIA+ e os funcionários da Pixar decidiram expor a censura dos empresários da companhia com os personagens gays dos filmes. A Disney emitiu um comunicado que deveria permanecer focada na produção de "conteúdo inspirador" que poderia fazer a "maior diferença", mas essa declaração foi muito mal recebida pelos funcionários.

Engana-se que acha que tudo na Disney é magia! Em um recente comunicado enviado pelos funcionários LGBTQIAP+ da Pixar, a equipe revelou que os executivos do estúdio estão censurando "quase todos os momentos de afeto abertamente gay" entre os personagens nos filmes. A companhia multinacional também foi acusada de aprovar lei anti-LGBT e o CEO da empresa se manifestou, dizendo que prefere permanecer focado em produção de "conteúdo inspirador". Entenda toda a polêmica!

Disney fica em silêncio com projeto de lei anti-LGBTQPIA+

A legislatura da Flórida está considerando um projeto de lei, HB 1557 , que proibiria "instrução por funcionários da escola ou terceiros sobre orientação sexual ou identidade de gênero não pode ocorrer no jardim de infância até a 3ª série".

Conhecido como "Don't Say Gay", ele também proíbe a instrução "sobre orientação sexual ou identidade de gênero" na 4ª série e acima "de uma maneira que não seja apropriada à idade ou ao desenvolvimento dos alunos". Nem "adequado à idade" nem "apropriado ao desenvolvimento" é definido na legislação. Assim, qualquer professor que aborde esses tópicos pode abrir sua escola a uma ação judicial.

Mas durante todo o processo, a Disney, que emprega dezenas de milhares de pessoas no estado, permaneceu em silêncio. Em resposta a apelos à ação e protestos da comunidade LGBTQIAP+, a Disney emitiu uma declaração ao "Good Morning América" afirmando que deveria permanecer focada na produção de "conteúdo inspirador" que poderia fazer a "maior diferença". Essa declaração foi muito mal recebida pelos funcionários da Disney.

Ceo da Disney defende decisão de não se manifestar

Na última segunda-feira (07), Bob Chapek, enviou um memorando sobre o projeto de lei "Don't Say Gay" para toda a equipe. No documento, obtido pelo "Popular Information" e outros meios de comunicação, o CEO da Disney afirmou que "toda a equipe de liderança da Disney apoia inequivocamente nossos funcionários LGBTQ+, suas famílias e suas comunidades".

Em seguida, Chapek defendeu, no entanto, sua decisão de não se manifestar. Ele explicou que estava preocupado com a reação daqueles que não apoiam os direitos da comunidade LGBTQIP+. Além disso, as declarações corporativas sobre questões políticas "fazem muito pouco", mas podem ser "armadas por um lado ou outro para dividir e inflamar ainda mais".

Por fim, Bob Chapek disse que o "Don't Say Gay" é apenas "um projeto de lei" em "um estado" e a melhor maneira de a Disney apoiar a comunidade é ignorá-lo e se concentrar na criação de "conteúdo inspirador". No entanto, o memorando é uma tentativa desajeitada de distorcer a decisão da Disney. E, segundo relatos, não é a história completa. O Hollywood Reporter informou na semana passada que Chapek ficou " preocupado que a Disney possa ser vista como liberal demais ".

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