Larissa Barros Redatora
A louca do K-Pop e música em geral, adoro saber tudo de novo que surge no mundo, de teorias da conspiração até o último modelo de celular. Aquariana raiz, adoro tudo que é diferentão e não faço nada sem uma trilha sonora para acompanhar.
Os usuários afetados não poderão mais usar o dispositivo normalmente.Eles podem resgatar um cupom de desconto de 30% para comprar um novo celular.

Já são quatro fabricantes que bloqueiam seus celulares comprados no mercado paralelo no México. A Samsung juntou-se recentemente à Oppo, ZTE e Motorola em uma ação que impede o funcionamento dos smartphones que não estão homologados para operar de acordo com as regulamentações do mercado nacional.

Como explicam nossos colegas da Xataka México, a empresa sul-coreana começou a enviar alertas aos dispositivos afetados pela medida em 13 de setembro. "Seu telefone não atende às normas", dizia parte da mensagem que precedia um bloqueio iminente. Esse dia chegou.

Os bloqueios começaram em 11 de outubro

Após o envio de mensagens na fase inicial, a Samsung finalmente começou a bloquear os celulares em questão em 11 de outubro, mas com efeito retroativo. O que isso significa? Que, embora a medida tenha começado recentemente, ela afeta os dispositivos do mercado paralelo ativados desde 21 de setembro de 2023.

O fabricante não deu detalhes sobre o número de usuários afetados pelos bloqueios, mas disse que está oferecendo um cupom de desconto de 30% para aquelas pessoas que não podem mais usar seu dispositivo. O mesmo pode ser resgatado através do site oficial para o México ou no aplicativo Samsung Shop.

Com isso, como dissemos, já são vários os fabricantes de dispositivos móveis que tomaram medidas contra o mercado paralelo. Tudo isso acontece em meio à venda de celulares não homologados no chamado mercado paralelo, que são lojas não oficiais, como o Marketplace do Facebook, entre outros.

São dispositivos que, segundo a Procuradoria Federal do Consumidor, correm o risco de não funcionar corretamente, promover concorrência desleal, não ser 100% compatíveis com as redes móveis do México, não ter serviço técnico ou garantia, não ter peças para reparo e afetar a segurança do usuário.

Vale ressaltar que não há uma norma que proíba expressamente o mercado paralelo de celulares no México, mas algumas empresas estão promovendo uma reforma legislativa para acabar com a compra e venda dos dispositivos nesta condição. Por enquanto, a medida dos fabricantes, segundo a CANIETI, não vai contra as disposições legais atuais.

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