As produções sul-coreanas estão conquistando cada vez mais fãs ao redor do mundo. Depois de "Parasita" virar febre e levar até Oscar pra casa, é a vez de "Round 6" ser reconhecida como a sucessora do longa de Bong Joon-ho. O seriado chegou e atingiu picos de audiência na Netflix, se tornando número 1 em todos os países em que foi exibida. Com esse tanto de hype em cima dela, resolvemos te contar fatos importantes que você não sabia sobre o seriado.

Faz tempo que os fãs de produções asiáticas enaltecem ainda mais a Netflix por ter trazido diversos títulos para a plataforma, aumentando ainda mais a disseminação dessa cultura. Setembro foi o mês da chegada de "Round 6", série que ganhou uma notoriedade absurda após conquistar as pessoas com sua trama cheia de reviravoltas e um jogo sangrento.

A série de Hwang Dong-hyuk conquistou o mundo, literalmente, já que todos os 83 países que utilizam a Netflix viram "Round 6" no primeiro lugar entre os mais vistos. Todos que assistiram têm certeza de uma coisa: que medo daquela boneca! Deixando a zoeira de lado, o Purebreak resolveu te contar cinco fatos que você provavelmente não percebeu e que estavam bem debaixo dos nossos narizes.

- SPOILERS A PARTIR DAQUI -

"Round 6" nos mostrou várias vezes que Il-nam não era um jogador comum

Quem assistiu a série completa, sabe que Il-nam (Oh Young-soo) é, na verdade, um dos idealizadores do jogo, junto com os outros VIPs. Mas se você só descobriu no final e ficou muito surpreso, fique sabendo que essa informação já devia ter sido descoberta muitos episódios atrás.

No episódio em que acontece a briga e os jogadores começam a se matar, Il-nam sobe na cama mais alta e pede para que pare o jogo. Na mesma hora, o mascarado preto ordena para que os demais mascarados acabem com a confusão acendendo as luzes e entrando na sala. Também vemos no cabo de guerra que Il-nam é o único que não teve um cadeado no seu pulso, ou seja, caso o time dele perdesse, ele não seria levado pelo peso dos demais.

Em outro momento, quando o policial Jon-ho (Wi Ha-joon) vai até a sala de arquivo e abre um dos documentos, a lista começa a partir do jogador 002, mais um fato que deu a entender que a presença do 001 ali era, no mínimo, suspeita.

Spoilers por todo lado!

Desde o primeiro episódio, quando anunciaram a dinâmica do jogo, ficamos curiosos para saber quais seriam os próximos, mas se eu te disser que sempre esteve bem na nossa cara, você acredita? Pois é, as paredes da sala onde os jogadores ficavam estava cheia de desenhos, mas as camas acabaram cobrindo todos eles.

O presente da filha de Gi-hun

Após ter seu dinheiro furtado, Gi-hun (Lee Jung-jae) pede de volta a gorjeta que havia dado para a recepcionista da corrida de cavalos e tenta ganhar uma pelúcia de presente para sua filha naquelas máquinas de garra. Após algumas tentativas frustradas, uma criança o ajuda e ele finalmente consegue um prêmio: uma caixa com fita.

Ele presenteia sua filha mesmo sem conferir o que tem dentro e acaba descobrindo que ali existe uma arma de brinquedo, que na verdade é um isqueiro. Mas você reparou naquela caixa? Ela é idêntica aos caixões que levam os jogadores mortos para o fornos.

"Round 6" quase não saiu do papel

O criador da série, Hwang Dong-hyuk começou a escrever a trama de "Round 6" em 2008, muito antes de pensarmos em "Batatinha Frita 1, 2, 3" como algo macabro. "Eu estava lendo muitas revistas em quadrinho, e eu terminei o roteiro em 2009. Naquela época parecia muito estranho e violento. Algumas pessoas acharam que era um pouco complexo demais e não comercial. Não consegui investimento suficiente e o casting foi difícil. Eu me envolvi com ele por cerca de um ano, mas então tive que colocá-lo de lado", contou o autor. Mais de dez anos depois, nós finalmente pudemos conferir "Round 6" e ficar mais ansioso a cada episódio!

Os uniformes dos guardas e dos jogadores têm cores exatamente opostas

Quem conhece o círculo cromático, sabe que o vermelho e aquele verde água são exatamente opostos, ou seja, a mensagem que o autor quis passar é justamente esse contraste, onde os jogadores estão jogando com suas vidas e os guardas estão ali para cobrar a penalidade.

Fora que fazer todos usarem um uniforme é uma forma de apagar a personalidade e individualidade daquelas pessoas, nos levando a não criar grande empatia por algum específico, da parte dos guardas principalmente.

"Round 6": uniformes dos guardas e dos jogadores têm cores exatamente opostas
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