Rahabe Barros Redatora
Libriana, boa de papo e apaixonada por reality show. Louca por gatos, não vivo sem café e com planos de dar uma volta ao mundo são outras curiosidades ao meu respeito. Após 10 anos, sigo encantada pelo jornalismo e por essa evolução diária da comunicação
Anitta e "Versions Of Me": crítica brasileira discorda de elogios internacionais
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O lançamento de "Versions Of Me", novo álbum de trabalho de Anitta, aconteceu nesta quarta-feira (13). Enquanto os críticos internacionais ficaram empolgados com o projeto trilíngue e dançante da patroa, alguns brasileiros apontaram vacilo pela falta da brasilidade e até identidade. Veja o que alguns sites falaram a respeito do disco!

Anitta lançou "Versions Of Me" nesta quarta-feira (13). Ao todo, o álbum reúne 15 faixas, incluindo algumas já conhecidas pelo público, como "Me Gusta", "Faking Love" e "Boy's Dont Cry", que reúne inúmeras referências de clássicos do cinema. O set começa com "Envolver", que atingiu o TOP 1 Global do Spotify e explodiu no TikTok com mais de 1 milhão de vídeos usando o som no momento da publicação.

Assim como em "Kisses", Anitta também canta em três idiomas: espanhol, inglês e seu português nativo. "Compartilhar meu tempo em três idiomas é muito trabalhoso", diz ela. "Eu não mudo quem eu sou com as línguas, mas a narrativa muda um pouco. Eu tenho muitas versões de mim", explicou a patroa. Nas redes sociais, as opiniões sobre o disco são positivas, assim como as dos críticos nacionais e internacionais. O Purebreak separou trechos importantes das resenhas dos especialistas.

Billboard diz que "Versions Of Me" é uma "verdadeira festa"

Anitta teve álbum visto de forma positiva pela Billboard. De acordo com a crítica, ele é "uma verdadeira festa, o álbum brinca com estilos rítmicos como EDM, Afrobeats, R&B e funk brasileiro". Para eles, "Gata", com Chencho Corleone, é a faixa mais divertida e que "implora para ser repetida em sua próxima festa". "A artista brasileira entrega um hino empoderador por excelência e que injeta uma dose de confiança que fará qualquer um se sentir feroz e imparável", dizia trecho da publicação.

Já em "Ur Baby", comKhalid, o que brilha nessa faixa sensual é a química vocal entre os dois para a Billboard, contando a história de duas pessoas que se desejam e questionam o que acontecerá se ficarem juntos.

Splash aponta sexo e exagero em álbum

De acordo com uma colunista do "Splash", da UOL, Anitta não se intimida ao abordar o sexo em suas músicas em "Versions Of Me". Em "I'd Rather Have Sex", que na tradução significa "Prefiro Transar", a famosa afirma na letra que "roupas são chatas" e que libera seu parceiro para "tocar cada parte de seu corpo".

Em "Que Rabão", o rapper americano YG "usa e abusa de referências a órgãos genitais e insinuações ao sexo na letra". Para o site, "Gata" também é uma das músicas mais marcantes do disco e Anitta não tá nem aí para a aprovação alheia.

Folha diz que Anitta vacilou com falta de brasilidade

Já o "Folha" disse que Anitta vacilou em mostrar sua brasilidade aos gringos com "Versions Of Me". Segundo a crítica, ela está pronta para se manter entre os grandes no exterior, que derrapa "ao querer abraçar o mercado norte-americano como um todo valendo-se de sonoridades que sobram por lá".

NME elogia ambição e carisma da cantora

Dado seu alegre salto de gênero e variedade de recursos, o "NME" afirma que seria um exagero chamar "Versions of Me" de "coeso" ou "simplificado", mas que é mantido pela ambição e carisma de Anitta. "Ela sabe exatamente o que quer – e com base nessa evidência, ela vai conseguir", aponta.

G1 chama álbum "Versions of Me" de "sem identidade"

Em resenha feita pelo jornalista Mauro Ferreira, do "G1", alega que o disco de Anitta está sem identidade bem delineada. "Apresenta disco fluente que, entre altos e baixos, peca de fato por flagrar a cantora indecisa entre dois mercados, tentando seduzir tanto o público de língua hispânica quanto o público norte-americano que fala inglês", escreveu.

Além disso, o reggaeton "Gata" "é o maior acerto de disco produzido com 'padrão internacional', mas pautado por indecisão entre atrair o público de língua hispânica e seduzir o mercado dos Estados Unidos".

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