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"Atypical" chegou ao fim em julho de 2021. Mesmo após o encerramento da série de sucesso da Netflix, es fãs seguem tentando superar o fato de terem tido que se despedir dos personagens tão amados. Uma das mais polêmicas entre as estrelas era Casey (Brigette Lundy-Paine), a irmã de Sam (Keir Gilchrist). E, para relembrar a época em que ainda debatíamos sobre ela, selecionamos 13 curiosidades sobre e atore que e interpreta.

Casey (Brigette Lundy-Paine) é uma das personagens mais controversas de "Atypical". Odiada por uns e amadas por outros, a irmã de Sam (Keir Gilchrist) foi motivo de grandes intrigas entre es fãs da série da Netflix que chegou ao fim em julho do ano passado. Independente do que ela possa ter feito de certo ou errado na trama, e atore que e interpreta não tem nada a ver com isso e podemos dizer que elu fez um excelente trabalho dando vida à personagem. Por isso, confira 13 curiosidades sobre Brigette Lundy-Paine.

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1 - É uma pessoa não-binária

Brigette Lundy-Paine se assumiu como uma pessoa não-binária no final de 2019. Por meio do seu Instagram, e atore revelou: "Sou não-binário, sempre me senti um garotinho, uma garotinha, um pouco ou nenhum dos dois. Usando 'eles' por tanto tempo não parece certo. É assustador pra caramba se assumir e não apenas ficar adiando isso. Mas sinto que devo isso a mim e a todos nós que lutamos com gênero. Se você é não-binário, comente e comemore a si mesmo! Você é linde e plene. Obrigado, pessoal".

2 - É leonine

Nascide em 10 de agosto de 1994, e artista de 27 anos tem o sol em Leão, o que significa que elu deve brilhar e exalar poder por onde passar.

3 - Tem 1,69m de altura

Nas câmeras é difícil saber a altura exata de cada celebridade, mas Brigette tem 1,69 metros.

4 - Nasceu no Texas

E as raízes de atore estão no sul dos Estados Unidos. Elu nasceu em Dallas, Texas.

5 - Amou a decisão de transformar Casey em bissexual

Enquanto alguns espectadores acharam bem problemática a forma como "Atypical" abordou a sexualidade de Casey, por conta da forma com que ela lidou com seus relacionamentos, sue intérprete amou a decisão de retratá-la como uma personagem bissexual.

"Eu acho que isso realmente me representa de forma mais verdadeira, minhas complexidades. E também representa as complexidades do mundo queer que é o que faz da nossa comunidade tão especial... Eu realmente acredito que Casey representa essa fabulosa e incontrolável alegria do espectro queer", disse em entrevista.

6 - Leva moda sem gênero para seus personagens

E atore ainda preza por tentar levar sua identidade de gênero para os papéis que interpreta, como aconteceu no longa "Bill & Ted: Encare a Música". "Como uma pessoa não-binária, eu definitivamente trago uma sensibilidade 'sem gênero' para qualquer personagem que interpreto, caso o papel permita. E já que 'Bill & Ted' é uma franquia tão inocente, há algo de não-binário que pode aflorar nesse ambiente", contou ao Advocate.

7 - Faz parte da banda Subtle Pride

Os talentos de Brigette vão além da atuação. Elu ajudou a fundar a banda de improvisação Subtle Pride, que tem uma pegada mais experimental.

8 - Estudou na NYU, onde se formou em 2015

Mostrando que tem apreço pela sua educação, Brigette estudou na New York University, onde se formou em 2015.

9 - Queria se tornar ume cientista

Antes de decidir se dedicar às artes, a nossa Casey sonhava em se tornar ume cientista. Imagina!

10 - Atuou pela primeira vez com 5 anos

Sua paixão por atuação é de longa data e começou quando elu tinha apenas cinco anos, interpretando Rumpelstiltskin em uma peça do jardim de infância.

11 - Seus pais são atores

Provando que seus multitalentos são de família, a estrela de "Atypical" foi criada por dois pais que comandavam uma companhia de teatro em Alameda.

12 - Era líder de torcida na escola

Essa aqui é um grande choque: antes de se tornar um grande nome do mundo queer e ume atore mundialmente conhecide, Bridgette foi líder de torcida na escola. Dá para acreditar?

13 - Criou revista online chamada "Waif"

Outra curiosidade bem inesperada é que e atore co-fundou uma revista de arte online chamada Waif, que era descrita como o encontro da Vogue com o The New Yorker.

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