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Passar o fim de semana enrolado no cobertor e assistindo aquele filminho com as pessoas que se ama é tudo de bom, não é? Ainda mais se forem filmes que fujam da narrativa de sempre e mostrem que toda forma de amor vale a pena! É por isso que, pra fechar o mês do Orgulho LGBT, separamos 8 filmes pra você maratonar e ter orgulho de ser quem você é. Se liga!

Estamos no finzinho do mês do Orgulho LGBT e ficamos muito felizes com tantas coisas bacanas que estão acontecendo em prol de um mundo mais plural e com mais respeito a diversidade. É certo que ainda temos um longo caminho pela frente, mas as pequenas ações do dia-a-dia são essenciais para fortalecer essa luta, que é de todos nós! Pra fechar julho com chave de ouro, desconstruindo preconceitos e cultivando o amor, nós do Purebreak separamos 8 filmes que estão na Netflix pra você assistir com sua família, seus amigos e seu mozão. Então, prepara a pipoca e se joga nessa maratona!

"Alex Strangelove" (2018)

A comédia americana conta a história de Alex Truelove (Daniel Doheny) que é um incrível aluno do último ano do Ensino Médio. Na trama, Alex está prestes a perder a virgindade com sua namorada Claire (Madeline Weinstein), mas tudo muda quando ele conhece o charmoso Elliot (Antonio Marziale), que o faz entrar em uma jornada de autodescoberta.

Hoje eu quero voltar sozinho (2014)

Filme brasileiro dirigido por Daniel Ribeiro, conta a história de Leonardo (Ghilherme Lobo), um adolescente cego que quer buscar de sua independência em meio a superproteção de sua mãe. Com a chegada de um novo garoto na cidade, Gabriel (Fabio Audi), surgem novos sentimentos em Leo, o fazendo descobrir diversas coisas sobre si mesmo e sua sexualidade.

"Handsome Devil" (2016)

A comédia dramática "Handsome Devil" trata da inesperada amizade entre Ned (Fionn O'Shea) e Connor (Nicolas Galitziner), que são totalmente opostos. Um é um nerd que se sente totalmente excluído em sua escola, e o outro é uma estrela do rugby super popular. A realidade dos dois muda quando eles são forçados a dividir um quarto em sua escola e formam uma amizade inesperada. O longa trata com bastante delicadeza a questão da homofobia e do bullying nas escolas, passando uma lição super bacana sobre amizade e união.

"The Feels" (2018)

O filme gira em torno de um casal de namoradas, Lu (Angela Trimbur) e Andi (Constance Wu). Preste a se casarem Lu e Andi convidam seus amigos para um fim de semana em uma casa de campo, mas a relação dá uma balançada quando, na despedida de solteira de ambas, uma delas confessa nunca ter chegado a um orgasmo.

"Carol" (2016)

O filme se passa em Nova York nos anos 50, a jovem Therese (Rooney Mara) conhece a elegante Carol (Cate Blanchett), que vai até a loja onde ela trabalha em busca de um presente de Natal para sua filha. Contudo, as duas passam a se aproximar muito e seu ex-marido (Harge) que terminou o relacionamento pois foi traído por Carol com outra mulher Abby (Sarah Paulson), a impede de passar a data com sua filha.

"Laerte-se" (2017)

Produção original Netflix, Laerte-se é um documentário intimista sobre a vida da cartunista transgênero Laerte. Famosa desde a década de 70 por suas tirinhas, em 2010 Laerte se definia como crossdresser e, anos depois, assumiu-se como trans. No filme, a cartunista convida a todos a conhecer seu mundo e reflete sobre sua trajetória de aceitação como mulher.

"Paris is Burning" (1990)

Pra quem curte o gênero documental, "Paris is Burning" é a escolha certa. O filme estadunidense foi escrito e dirigido por Jennie Livingston e gravado em diferentes fases da década de 1980, acompanhando a comunidade LGBT na cidade de Nova Iorque, em especial as drag queens no Harlem, e provando como é intensa e cruel a luta pela sobrevivência e dignidade desse grupo.

"Meu nome é Ray" (2015)

Protagonizado por Elle Fanning, Ray nasce mulher mas nunca se sentiu identificada com o gênero. Já decidida e preparada para fazer uma transição e sua cirurgia, Ray precisa ainda entender o lado de sua mãe, Maggie (Naomi Watts), que está tentando encontrar o melhor jeito de lidar com isso. Sua avó, Dolly (Susan Sarandon), que também é homossexual, se recusa a aceitar a situação e cria um grande conflito na família.

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